terça-feira, 17 de novembro de 2009

O TITANIC:

“A longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé,
enquanto se preparava a arca; na qual poucas
(isto é, oito) almas se salvaram pela água”
(1º Pedro 3:20).

O naufrágio do Titanic deixou uma marca indelével na história humana.
O descobrimento dos restos do navio, há algum tempo, permitiu que os peritos formulassem uma hipótese que explicasse como esse esplêndido transatlântico, maravilha da técnica da época, afundou três horas após
se chocar com um iceberg.

Muitas foram as causas secundárias, porém uma das explicações
dos peritos, após análises de amostras dos restos do casco,
foi a pouca resistência dos rebites dos encaixes.
Alguns parecem ter se soltado, abrindo caminho para a água que inevitavelmente condenou o palácio flutuante, tido como insubmergível.

“O próprio Deus não pode afundá-lo”, disseram algumas
pessoas antes da tragédia.
Tal desafio nos impressiona.
Bastaram alguns rebites defeituosos para que no dia 15 de abril de 1912 a humanidade recebesse uma severa e magistral lição de humildade,
ao ver uma obra de arte afundar nas águas geladas do Atlântico.

Que contraste com o primeiro “gigante dos mares”, a arca,
construída por Noé e dirigida pelo próprio Deus!
Navegou cerca de um ano em meio a um dilúvio sem paralelo
na história, e preservou todos os passageiros a bordo.

Essa é uma advertência aos que desejam viver sem Deus:

“E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos
dias do Filho do Homem. Comiam, bebiam, casavam e davam-se
em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o
dilúvio e consumiu a todos”
(Lucas 17:26-27).

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