“Sou assim, gosto de andar descalça, sem medo de sujar os pés, sujar a barra da saia.
E se for pra não esconder o que sou, pra não fingir, pra ser de verdade, não estou nem aí de me expor.
É de claridades que vivo, sem disfarces, jogos ou hipocrisias.
No fim, tenho um orgulho danado de mim, e se te assusto, perdoe-me, às vezes também assusto até a mim mesma, mas não pretendo mudar.
A verdade é pra quem tem peito, e quem consegue assumir as consequências, boas e más,
de andar com ela, convido a se aproximar, a ficar.”
(Rachel Carvalho)
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